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TROCA ENERGÉTICA: DOE, RECEBA E FAÇA SUA LUZ BRILHAR

Há uma tendência em  todo e qualquer ser humano de se sentir grande demais. Sim, Todo e Qualquer e Grande demais; isso porque em cada ser humano existe o ego. Você pode até se perguntar se alguém com auto-estima baixa é conseqüência de ego grande. Com certeza, porque se esta pessoa se sentisse igual, ela não se sentiria diminuída. Por perceber que não é tão importante, tão valorizada quanto gostaria, quanto acha que merecia, é que seu ego diminui. Temos que nos trabalhar para perceber que não somos superiores e sim que somos todos do mesmo nível, todos temos: carne, ossos, espírito, temos o mesmo sistema vital e vamos todos morrer.

Com Humildade o que temos que entender é que apesar de iguais na mesma condição de seres  humanos habitando o planeta terra, cada um de nós tem características peculiares, diferentes e especiais, mas nem pior ou melhor do que ninguém, só única, como o ser humano único que cada um de nós é. Falta muitas vezes é o reconhecimento desta luz pessoal para fazê-la brilhar.

Quando falamos o termo vampirização, que nada mais é e nada menos é que, quem tem mais deu pra quem tem menos, isto não é questão de ser julgado ou visto como algo, ou alguém negativo. Aí entra a lei da física: o positivo (+) doa para o negativo (-), ou o inverso na mesma condição: o negativo (–) recebe ou pega o positivo (+) em busca do equilíbrio. Não é nem questão de que o bom doou para o que é mal, ou que o malvado vampirizou o bonzinho. É questão de que o que tem mais reservas entrou na lei da compensação com o que está sem reservas.

É o que acontece, por exemplo, quando dizem: “fulana tem o olho ruim, olhou pra minha planta e a secou.” …….Coitadinho do olho da fulana (rsrs) e pra ela a gente dá a seguinte receitinha: “pra olho gordo: colírio light.”(rsrs) Estão entendendo?! É querer ser grande demais dizer que o outro é tão pior que comigo a planta não seca e que com ele a planta seca.

Fisicamente (dentro da física e do físico mesmo) há a lei da compensação: quem tem mais doa pra quem tem menos. Alguns se abrem para doar mais, outros menos, alguns necessitam receber mais e outros menos. E isso acontece a nível energético. Só que às vezes a pessoa está tão aberta para, que doa além do necessário e conveniente para se manter ainda em equilíbrio (o que geralmente ocorre a nível inconsciente). E esse doar nem significa ter doado apenas para uma pessoa, mas para toda uma situação em geral. Isso é natural. E se formos pensar de forma ainda mais profunda, chega a ser lindo quando é feito com humildade, porque esta troca de dar e receber (mesmo inconsciente) é ato de amor.

Mas para esta troca (visível em atos ou invisível) ser mais equilibrada, é preciso que seja igualitária em alternância. Ou seja, hoje eu dôo, você recebe e fica feliz; amanhã, em gratidão, você me doa  ainda um pouquinho mais, e daí eu fico mais feliz… e continuamos a troca na proporção crescente e satisfatória.   Esta é a troca ideal, o que nem sempre ocorre e promove o afastamento das pessoas.

Em todo contato com outra pessoa, em toda convivência e relação a troca energética ocorre, inclusive e até principalmente na relação entre homem e mulher, onde há um enorme ato de amor que culmina com o sexo. Quer troca energética maior? Mas nesta convivência também, se um doar mais que o outro, se sentirá “vampirizado”, independente de o companheiro ser considerado “bonzinho”, “evoluído” e estarem unidos por amor visível.

O que precisamos para manter o equilíbrio  é estarmos abertos em proporções iguais tanto para dar quanto para receber; e ainda nos cuidar, nos “reabastecer” em fontes naturais de compensação. Com certeza todos conhecem e têm os seus mais variados métodos. Mas o mais natural e simples de todos é a Natureza. Daí é: pés no chão, muitas plantas a volta, mente vazia sem julgamentos, coração com luz, respiração profunda, água, banho etc, etc, etc.

Tudo em busca do equilíbrio pessoal que deve ser associado ao reconhecimento da sua luz pessoal especial, assim como a dos seus companheiros de convivência. E quando cada luzinha se conscientiza do seu lugar, do seu papel, da sua beleza e importância especial, sem julgamentos de bom ou mal, melhor ou pior, e vai se juntando a outras luzinhas de mesma consciência, então formam uma luz tão esplendorosa que ofusca todo mal, que cura e contagia a distâncias inimagináveis.

O universo opera através de trocas dinâmicas; é aí que a luz brilha. Façam brilhar suas luzes e juntas brilhem muuiiitoo, no AMOR!!!!!

Voar Bem Alto

Me lembrei de um conto de Rubem Alves que eu li numa edição da Bons Fluidos de alguns anos atrás e resolvi procurá-lo na minha pilha de revistas. Um conto muito legal, como todos que ele escreve e que poderia, ou melhor, poderá ser utilizado no trabalho do Sagrado Feminino que eu vou desenvolver a partir de janeiro.

 

Olhei a pilha de revistas numa gamela que tenho no canto da sala e pensei: “paciência, vamos procurar”, se bem que folhear essas revistas pra mim é na verdade um prazer, sempre acho algo que me interessa e que ainda não li. E foi logo na primeira revista, na segunda dedada solta nas páginas que vi uma foto pequena de uma mulher. Continuei folheando e resolvi voltar naquela página porque a foto da mulher me chamou a atenção e eu pensei já tê-la visto em algum filme antigo.

 

Fiquei boba quando vi que era Clarissa Pinkola Estés em uma entrevista sobre o livro Mulheres Que Correm com Lobos, e sobre o universo feminino. Livro que tenho dedicado leitura. Eram umas 4 páginas só falando do trabalho com grupo de mulheres. Em uma parte, quem escreveu o artigo comenta de sua experiência em um grupo e menciona um exemplo um tanto quanto curioso. Ela relata que uma empresária de 30 anos, muito bonita, inteligente e bem sucedida, expôs ao grupo a sua dificuldade em ter uma relação amorosa, isso porque, ela sentia que os homens têm medo de mulheres assim, que não precisam deles.

 

Putz!! Que mundo é esse!! E o pior é que é assim mesmo, uma amiga e eu já tínhamos comentado sobre isso. Mas onde está o novo mundo, com novas relações, onde pessoas inteiras que não dependem uma da outra, ficam juntas porque é ótimo estar perto e não porque tem simbiose de dependência? Nossa, tomara que antes da inversão de eixo planetário isso também se inverta !! rsrs

 

Bem, continuando minhas buscas, já na segunda revista encontro um conto que logo achei que fosse o que eu estava procurando. Porém, descobri que era continuação do outro. Daí, por sorte, logo lá pela sexta revista eu encontrei o que procurava. 

 

Resumirei bem resumido os contos e sem tanta beleza na narração; e que me perdoe Rubem Alves pois escrevo com o que tenho na memória. Mas quem quiser, encontrará seus contos na Bons Fluidos ou em seus livros. Os contos são mais ou menos assim:

 

 

Uma menina tinha um lindo pássaro que ela mantinha solto. Ele saía para longas viagens e quando retornava trazia a beleza e as cores dos lugares visitados em suas penas: o branco da neve, o verde das florestas, o vermelho de lugares ensolarados… E voltava com muitas histórias para contar para a menina. Isso a enchia de alegria, pois ela ficava eufórica e cheia de saudades aguardando seu retorno. No entanto, um dia antes dele partir novamente, ela resolveu prendê-lo, para nunca mais sentir sua falta, pois ela amava-o demais e sua ausência era dolorida. Enquanto ele dormia, ela o colocou numa linda e cara gaiola de prata, digna de um pássaro encantado que se ama. Quando ele despertou, disse: “ô menina, porque você fez isso? Nosso amor perderá a beleza, minhas penas deixarão de ser belas, eu não terei mais histórias pra te contar, você não mais sentirá saudades minhas, perderá também a alegria e não mais se enfeitará toda noite na espera de que eu volte a qualquer momento”. A menina não acreditou que seria assim e manteve o pássaro preso. Até que com o passar do tempo tudo sucedeu como o pássaro havia dito. Então, mesmo triste, ela soltou o pássaro, que voou alegre para outras terras; e ela voltou a se enfeitar todas as noites, o coração voltou a sentir saudades e ela aguardava o retorno do pássaro a qualquer momento, com encantos para compartilharem.

 

No outro conto, um dia o pássaro percebe que há algo debaixo da blusa da menina e pergunta o que era aquilo. Ela levanta a blusa e mostra para ele dizendo: “São asas, estão nascendo asas em mim”. Então o pássaro viu que estavam nascendo asas de borboleta na menina. Passou um tempo, as asas da menina já estavam formadas e ela se transformou numa borboleta e quis voar. O pássaro ficou triste por deixar a menina voar para lugares desconhecidos. Ele queria estar por perto para protegê-la, ainda mais que asa de borboleta é muito frágil. No entanto, ele se lembrou de quando mesmo sofrendo, ela permitiu que ele voasse. Assim o pássaro, mesmo querendo beijá-la não beijou, apenas soprou suavemente suas asas e disse: “Voa minha linda borboleta, voa!” Foi aí que ele percebeu que também se modificara e já não era mais um pássaro encantado de penas coloridas e sim um menino que agora esperava a volta de sua borboleta encantada.

 

São lindos esses dois contos e me faz lembrar de algo que li a primeira vez numa pichação no muro do colégio onde eu estudava . Era assim: “Amo a liberdade, por isso deixo livre as coisas que amo. Se voltarem foi porque as conquistei. Se não voltarem, foi porque nunca as tive.”  

 

Então… devo dizer: vamos voar e permitamos que o outro voe. Mesmo porque, já é velho o dito que liberdade não significa libertinagem. E a liberdade permitida está diretamente ligada à confiança conquistada.

 

Abaixo está o vídeo com a música Wichichayo do grupo peruano Amaru Pumac Cuntur (que tivemos a alegria de assistir a um show animadééérrimo em Cuzco). E aí a música diz: “ VOLAMOS COMO EL ÁGUILA, VOLAMOS COMO EL CÓNDOR, VOLAMOS MUY ALTO”…

 

Uuuiuui!! Pssssssiiiuuu!! rsrs 

 

MANDALA – A Arte do Conhecimento **** Mandala de Flores – Cooperação

Cada vez mais a vida tem me provado que tudo está interligado, e que somos atraídos às pessoas e situações pelas nossas sintonias.

Semana passada eu estava em Uberlândia para fazer um curso de Massagem Ayurvédica e na abertura a instrutora Adriana Fisher (de São Paulo) dispôs-se de cartas para que fosse escolhida uma  aleatoriamente  como mensagem para o grupo.

Ao ler a carta escolhida fiquei impressionada, pois a mensagem era a leitura de uma mandala, uma mandala de flores. Fiquei impressionada porque no final de semana seguinte eu estaria ministrando um curso de mandalas , no qual trabalharíamos com flores. Esse curso foi esse final de semana e foi maravilhoso. Sempre que ensinamos nós doamos, mas também sempre recebemos, ainda mais num curso como esse que trabalhamos em contato direto com a energia presente nas flores, plantas, ervas e pedras.

Vou colocar aqui a mensagem sobre a interpretação da Mandala a que me referi. É a carta da mandala da Cooperação, do livro: MANDALA A Arte do Conhecimento, de Marco Winther e Fany Zatyrko.   Coincidentemente ainda estamos na primavera, momento do desabrochar das flores, do início de novo ciclo, do despertar de vida nova …

MANDALA DA COOPERAÇÃO – carta 13

“A flor é a mais perfeita manifestação do mundo vegetal. Cada árvore, planta ou flor possui seus próprios dons, talentos e capacidades a serem compartilhados.

As antigas tradições esotéricas fazem uma sábia relação entre esses elementos e os planos superiores da existência, como também entre as constelações do Zodíaco.

História e mitologia estão repletos de plantas que curam, que embriagam, que atraem sorte, amor, equilíbrio, etc.  Aos olhos do ser humano, a cor, o cheiro, a forma da planta estavam repletos de ecos de outras esferas, sinais visíveis de um contato possível com planos sutis.

As flores regidas pelo Sol, por exemplo, são perfumadas, de sabor ácido, com flores em cores vivas. Exemplos dessas plantas são o girassol, a camomila, o sândalo, o alecrim e o açafrão.

As regidas por Vênus são afrodisíacas e embriagadoras, têm perfume forte, sabor doce, grandes e belas flores. São a roseira vermelha, a verbena, a amexeira, o sabugueiro, a menta, o tomilho, etc.

As plantas regidas pela Lua têm aspecto pouco comum. São em geral brancas, de gosto insípido, inodoras, calmantes, oriundas, segundo Paracelso, dos “fluidos frios da Terra”. São a alface, a açucena, o lírio, a papoula, o agrião e o copo-de-leite.

Diz um velho provérbio budista que “as plantas têm almas diáfanas, sensíveis às alegrias e às tristezas”. A cooperação da natureza é tão grande, tão farta e preciosa, que se fôssemos mais sensíveis e introspectivos entenderíamos todos os pensamentos de Deus através dessa harmoniosa manifestação. Esta mandala reflete a celebração da vida.

Mensagem da Mandala

A cooperação é a atitude que elimina os pontos de diversidade dentro de um grupo ou num relacionamento, criando assim solidariedade e comunhão.

É a união da comunidade, do grupo, dos seres para atravessar a adversidade.

Tudo começa com a cooperação entre seus sentimentos e seu corpo, criando saúde e harmonia; entre sua mente e seu espírito, liberando o fluxo de sabedoria. E nos níveis mais sutis, a ligação é com Deus, com o amor divino, fazendo você se tornar um canal de profunda compaixão, bondade e gentileza, guiado pela habilidade de agir e pensar com nobreza de sentimentos.

Com essas qualidades, você está pronto para admirar e participar de qualquer grupo, em qualquer hierarquia. Cada novo amigo que ganhamos no decorrer da vida nos aperfeiçoa e enriquece, não tanto pelo que nos dá, mas pelo que nos revela de nós mesmos. Temos de saber ouvir e respeitar a visão de mundo de cada pessoa, para entendermos a expressão da “multiplicidade”. Só assim é possível haver uma integração que leve à adaptação de diferentes visões do mesmo caminho.

A cada um de nós compete uma tarefa específica na difusão do bem. Cada um recebe de acordo com o que dá. Se você der atenção e carinho, com boa vontade e alegria, você há de se ver cercado de afeto e amor.”

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O vídeo acima tem várias flores e uma música alegre e divertida… assim como a primavera é!

SAGRADO FEMININO – O RESGATE DAS GUERREIRAS FERIDAS – AFRODITE DEUSA ALQUÍMICA COM PODER CRIATIVO DO AMOR

 

No artigo anterior pedi bençãos de Afrodite.

Falando um pouco mais sobre o arquétipo dessa deusa presente nas mulheres, coloco mais abaixo uma síntese de Soraya Mariani referente ao livro de Jean Shinoda Bolen: “As Deusas e as Mulheres”.

 O trabalho com o Sagrado Feminino é algo muito belo e trabalha o resgate da força feminina, a reestabilização, a cura das Guerreiras Feridas.

 O mundo de relações dinâmicas atuais, de  responsabilidades, de paradigmas sociais, de muitos acontecimentos e mudanças, muito tem exigido e afetado tanto homens como mulheres. Falamos muito do feminino, da Guerreira Ferida atual; mas também o masculino tem sentido toda a grande aceleração de mudanças, as consequências das relações e também tem sido o Guerreiro Ferido. 

  O trabalho com o autoconhecimento, com o resgate da essência, com a harmonização e valorização pessoal é de suma importância. Para as mulheres, o conhecimento dos arquétipos das deusas e o aprofundamento dessa conexão promove o resgate e as forças  necessárias  para que a luz das deusas interiores voltem a brilhar.

Aqui estão os comentários de Soraya Mariani sobre uma das deusas, a Afrodite:

 “Jean Shinoda Bolen, denominou Afrodite de deusa alquímica por seu grande poder de transformação, simbolizando o poder transformativo e criativo do amor. Ela, também, representa a composição harmoniosa entre os aspectos das deusas virgens (**) e das vulneráveis (**). Não é vulnerável, pois jamais sofreu, seus relacionamentos eram correspondidos, e, não é virgem, pois valorizava as experiências emocionais e os relacionamentos, mas não como permanentes e duradouros. Ela impregna de beleza e amor os relacionamentos, não apenas os sexuais. Ela permite a empatia entre as pessoas. Ela visa seus próprios objetivos e interesses (consciência enfocada) sem abrir mão da receptividade ao outro. Ela pede pela conexão com o outro, pois, sem essa conexão nada se cria e, portanto, não há transformação.
Afrodite era capaz de acreditar no sonho de seus homens. Que o sonho era possível. Isto fazia com que eles se sentissem, realmente, importantes e especiais. Acreditar no sonho de alguém gera expectativas positivas no comportamento do outro, desperta o outro para o seu melhor. É uma atitude receptiva e doadora ao mesmo tempo, recebe-se o sonho e se encoraja o outro a buscar a realização. Isso confere segurança e dinamismo ao outro.”

Cinira Palotta, mestra de reiki e astróloga, e com estudo em arquétipos femininos há mais de 30 anos tece outro comentário sobre o arquétipo de Afrodite e coloco abaixo. É uma menção um pouco diferente mas que mostra da mesma forma a força e beleza desse arquétipo feminino de transmutação amorosa por si própria e pelo outro.

” Afrodite é a ESSÊNCIA DA AUTO-ESTIMA, aquela auto-estima que falta a todas nós, mulheres criadas numa sociedade machista.
Afrodite era chamada de “A dourada”, pois ela tinha brilho próprio, seus cabelos e pele eram dourados. Ela não dependia de homem nenhum para sentir-se bem com ela mesma, para sentir o poder que tinha, pois ela SE AMAVA SAUDAVELMENTE, ACIMA DE TUDO. Diferente de Palas Athena que era “partenos”, ela se permitia ter amantes, mas apenas na medida em que ELA assim o desejava, que assim lhe interessava.Claro que, os homens que caiam nas graças de Afrodite sentiam-se altamente lisonjeados, mas nunca vi nenhuma referência de que ela incentivasse os sonhos de seus amantes… Enfim, são coisas para pensarmos e repensarmos……até que em alguma encarnação consigamos por nosso feminino de uma forma bastante saudável.”

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**  deusas virgens, não significa que são intocadas sexualmente, mas que são independentes e ativas. Virgem, significa “não pertencente ao homem”.  As mulheres com aspectos das deusas virgens são aquelas que são independentes, não necesitam da aprovação dos homens e sacrificam os relacionamentos com os mesmos para relacionarem-se mais profundamente consigo próprias.

** deusas vulneráveis são as que foram vitimadas de alguma forma por deuses ou humanos. São deusas orientadas para o relacionamento, sendo motivadas pelas recompensas que um relacionamento traz.

 

 

 

BENÇÃOS DE AFRODITE PARA DIAS CLAROS …

15.000 visitações neste blog.
Quando vejo as estatísticas de visitações fico sempre pensando nas buscas que trazem as pessoas até aqui.
Bom … dentre todas as buscas da vida, fico pensando também que uma coisa boa é “encontrar e enxergar” sempre os Dias Claros
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DIAS CLAROS – WILSON SIDERAL

Dias claros são aqueles
Que somem sem deixar pistas
São dias claros
Dias bons, dias raros
E os que não é preciso ir ao dentista
Dias básicos
Manhãs de sol, comida na mesa
São também dias de surpresa
Que me fazem viver melhor e mais
Que me fazem viver mais e melhor…
Quero a esperança já
De dias iluminados
Como as gaivotas em paz
Paz nestes dias claros
A areia fina, a alma clara
Caminhos abertos pela frente
A criançada sorrindo
(e por um dia)
Os males do mundo em suspenso
Dias de descobertas
Que me fazem viver melhor e mais
Que me fazem viver mais e melhor
Que me fazem viver melhor e mais…
Quero a esperança já
De dias iluminados
Como as gaivotas em paz
Paz nestes dias claros
Teus olhos, teu beijo
E muito mais
Um dia raro, um dia claro
É tudo que eu posso querer…

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BENÇÃOS DE AFRODITE PARA DIAS CLAROS!!!

Amor Menino – Que seja eterno enquanto dure

     

      Hoje eu recebi um e-mail, e vi que era um sermão de  Pe. Antônio Vieira. Um sermão que na minha época de colégio eu conheci e decorei até uns versinhos :“atreve-se o tempo à colunas de mármores, quanto mais a corações de cera …”  Talvez eu tenha decorado por achar um verso muito real, apesar de sonho de adolescente é acreditar em amor perfeito e eterno.

       Depois de “vida vivida”, esse sermão de Pe. Antônio Vieira me pareceu agora o mais sábio que há. Escrito há tanto, mais tanto tempo, e tão real como sempre o amor deve ter sido e é.

     Aí fala do amor menino como exemplo, e eu me lembrei do amor imortalizado de Romeu e Julieta: tão lindo!…

    É. Um exemplo de amor. E isso porque se imortalizou antes da convivência.

     Até parece que estou rebelde. Não, não estou. O ser humano precisa aprender que amor não é único e amor perfeito não é eterno. Isso que se prega que amor é até o fim da vida é paradigma que necessita ser mudado. Não estou fazendo apologia ao fim de relacionamentos “amorosos”. Muito pelo contrário, faço super apologia para que se continue, intensifique e viva os relacionamentos realmente “amorosos”, mas quando não o é, o fim é algo super natural e que deve ser entendido assim.

   Muitas pessoas sofrem não porque o amor acabou, mas porque insistem que ele seja “ até que a morte os separe”. As pessoas precisam entender que essa morte se refere à do amor e não da vida.

  Bem, posso não ser exemplo de opinião a ser seguido, mas pra mim a vida existe pra ser plena e feliz e ela é muito curta pra ser mal vivida.

    Fico pensando que, se os padres lerem isso que escrevo, deverão desconjurar. E em compensação, o padre português Antônio Vieira, em pleno século XVII, foi um exemplo de ser que passou por terras brasileiras, e que com “cabeça aberta” defendeu a abolição da escravatura, os direitos humanos dos povos indígenas, dos judeus, e criticou severamente os sacerdotes de sua época e a inquisição.

 

     E além de tudo, destacou-se na literatura barroca. Vejam um de seus sábios sermões em que ele fala do amor e do tempo.

    Repito, não faço apologias ao fim de amores, mas sim apologias à conscientização de que somente amores felizes devem sobreviver o tempo. E sempre há amores felizes. Isso é certo.  

Amor Menino

Tudo cura o tempo, tudo faz esquecer, tudo gasta, tudo digere, tudo acaba. Atreve-se o tempo à colunas de mármore, quanto mais a corações de cera! São as afeições como as vidas, que não há mais certo sinal de haverem de durar pouco, que terem durado muito. São como as linhas que partem do centro para a circunferência, que, quanto mais continuadas, tanto menos unidas. Por isso os antigos sabiamente pintaram o amor menino: porque não há amor tão robusto que chegue a ser velho. De todos os instrumentos com que o armou a natureza, o desarma o tempo. Afrouxa-lhe o arco, com que já não atira; embota-lhe as setas, com que já não fere; abre-lhe os olhos, com que vê que não via; e faz-lhes crescer as asas com que voa e foge. A razão natural de toda essa diferença é porque o tempo tira a novidade às coisas, descobre-lhe os defeitos, enfastia-lhe o gosto, e basta que sejam usadas para não serem as mesmas. Gasta-se o ferro com o uso, quanto mais o amor? O mesmo amar é causa de não amar e ter amado muito, de amar a menos.
Padre Antônio Vieira. Sermões.

 

Mirian Christhiane de Menezes

 

 

 

 

 

 

O Poder de geração de uma Mãe


 
       Com o passar dos anos, com o crescer dos filhos, vivenciamos diferentes etapas da maternidade. Mas em todas elas, somos co-criadoras da vida dos filhos. E o “ter” filhos é uma evolução de ciclos, como tudo na vida.
       Estes ciclos de dedicação materna, com atenções diferenciadas, envolvem a gestação, o nascimento, a infância, a adolescência, a juventude, a maturidade e sempre.   Nessa relação com filhos até a adolescência eu falo por experiência, mas o contato com outros pais mostra outras fases que estão porvir. O desapego é cada vez mais contínuo, porque filhos vão ganhando o mundo e construindo sua história. E vejo constantemente amigas chorando porque os filhos estão distantes, em função de estudo, trabalho…
       E o interessante é que todas sabem e repetem que criamos filhos para o mundo. Sim, criamos filhos para que eles ganhem o mundo. E a nossa função é dar o apoio e as bases essenciais para que eles cumpram sua missão e sejam felizes. Acho que isso é o mais importante. E o amor materno é assim: intenso, total, cheio de cuidados, atenção, é suporte em todos os momentos da vida. Esse é um Amor eterno que fica no mundo, porque as consequências da intensidade e qualidade desse amor perpetuarão na descendência, uma vez que ele refletirá na qualidade de formação do indivíduo e tenderá a ser passado adiante. 
       Até aqui falei como mãe, e como filha confirmo o que tenho dito em relação a intensidade e qualidade de amor materno recebido, que em exemplo e assimilação  repasso a meus filhos. Sai Baba, em um discurso, disse que o amor de mãe é supremo, que é tolice desejar o amor de outras pessoas e ignorar o amor da própria mãe. O amor materno flui como uma corrente invisível divina em cada ser. Um poder que não tem paralelo e que ao conquistar o amor de mãe ganhamos o amor de Deus.  
       E Mãe tem o dom da palavra sobre o filho. Aliás, o dom da palavra como materialização é algo certo e de poder, que se todos soubessem, seriam mais vigilantes no que pronunciam. Mas para mãe, talvez por ser a provedora da vida, essa capacidade contínua de interferência de geração sobre o filho, é ainda mais significativa.
       Com essa certeza, coloco aqui uma oração de Iyanla Vanzant, para que essas palavras plasmem e se manifestem na vida dos filhos:  
       Bendito e divino Deus-Pai, santa e misericórdia Deusa-Mãe. Agradeço pela benção que são meus filhos em minha vida. Agradeço por estabelecer entre mim e eles um laço sagrado de amor que não pode ser rompido e é capaz de sustentá-lo em qualquer situação de vida.
       Eu agradeço Senhor por abençoar meus filhos.
       Peço que abençoe sempre suas mentes, dando-lhes clareza e sabedoria para fazer suas escolhas.
       Peço que abençoe seus corações, para que sejam generosos. Abençoe seus sonhos, para que se realizem pela Sua graça.
       Agradeço porque sei que estará ao lado de meus filhos em todas as situações, e peço do fundo do meu coração que lhes dê coragem, lhes confira forças, que eles tenham mente e coração bons e pacíficos.
       Agradeço Senhor, por orientar meus filhos quando não estou por perto. E peço-vos para encontrar sempre palavras que os auxilie, e que eu possa dar-lhes bons exemplos através de meus atos.
       Agradeço por suprir todas as necessidades, realizar todos os sonhos e purificar cada desejo que meus filhos possam acalentar. Agradeço por sua saúde, força, paz, alegria e prosperidade.
       Agradeço pelo círculo de luz e proteção amorosa que os envolve onde quer que estejam.
       Agradeço Senhor, por Sua promessa de que súplicas de uma mãe por seus filhos nunca ficarão sem respostas.
       Por tudo isso, eu dou muitas graças.
       Assim é, assim é, assim é, assim é.

Mirian Christhiane de Menezes

QUE TODAS AS MÃES SINTAM-SE SEMPRE PROTEGIDAS E ENVOLVIDAS NOS BRAÇOS DA GRANDE MÃE DIVINA, E RECEBAM MUITAS BENÇÃOS E GRAÇAS.   

 

O Pão Nosso de cada dia …

      O PÃO NOSSO DE CADA DIA ALIMENTA O CORPO E SIMBOLIZA A PARTILHA DO QUE É ESSENCIAL AO CORAÇÃO.

 

 

      O dia do trabalho já passou, e como ando meio atarefada, eu não estou tendo muito tempo para me sentar diante do computador e dar um tempo para me sentir inspirada a escrever algo aqui. Bem, já são mais de 2 da madrugada, mas é bom momento pra produzir algo. E acho que vale comentar um pouquinho sobre o trabalho, o “Pão Nosso de Cada Dia”.

     Uma grande questão da atualidade referente a esse tema são as oportunidades e a valorização do trabalho, a visão de prosperidade e sucesso, e o sentir-se realizado.

     Quanto mais observo, e isso eu falo de ouvidos bem abertos, vejo que o grande mal do momento é  não fazer as oportunidades acontecerem por falta de crença nos próprios talentos e por não ouvir “o chamado” da ação.

     Já li certa vez e já até escrevi sobre isso que o maior problema do ser humano é o espírito de procrastinação, o que significa deixar para depois as coisas que podem ser boas hoje. Essa é uma tendência natural do ser humano. E pequenas idéias podem ser início de grandes realizações desde que sejam colocadas em prática nos momentos dos insights.

    Talvez aí esteja um dos pequenos segredos que garanta o pão, os brioches, e todos fricotes que deseje o ser humano.

    É interessante essa expressão do pão como simbologia do alimento; algo histórico presente na representação da multiplicação e da partilha do sagrado em várias religiões, e também nas reivindicações políticas sociais “pelo pão”.    

    O pão é presente na mesa de praticamente todas as pessoas do mundo, independente de classe social e localidade, e independente de qual seja o pão.  Em Minas é famoso o pão-de-queijo, embora ele já tenha virado pãozinho nacional. Mas não só ele é presente na mesa dos mineiros, como vários outros também são, e sempre reúnem família e amigos em volta da mesa. Aliás, dizem que mineiro recebe as pessoas na cozinha. Bem, se não recebe de imediato quando a visita chega (o que é comum também), pode ter certeza que elas acabam lá.

    E por falar em Minas e Pão, em minhas andanças e leituras, já ouvi falar muito do ritual do pão da mineira herborista Magadala Ferreira Guedes, conhecida por Magui. Ela é proprietária do sítio Sertãozinho, no município de Moeda (perto de Ouro Preto), onde recebe pessoas de vários locais do país para o ritual sagrado do pão. Dentre várias atividades terapêuticas desenvolvidas neste local, ela direciona um trabalho no qual as pessoas fazem pães trabalhando intenções, focando em 33 virtudes que incluem o perdão, a prudência, a pureza, a simplicidade, a tolerância, a união, a leveza e a justiça.

    Esse ritual, colocando um foco, torna-se sagrado e tem a capacidade de promover uma alquimia interna. Em uma entrevista, Magui disse: “Só podemos chamar Deus de ‘Pai nosso’ se nos esforçarmos para que o pão – símbolo dos bens da vida – seja de todos. Eu sou o pão da vida, disse Jesus, que nos revelou: quem reparte o pão partilha Deus”.

   Santa Teresa ainda disse uma bela frase que complementa a idéia de sacralidade do alimento e que eu quero colocar aqui: “Quando as panelas da cozinha forem tão sagradas quanto os vasos dos altares, o Divino estará na Terra e em cada gesto do cotidiano”.      

      Bem, que o Divino esteja no nosso trabalho, em nossas mesas, na fartura dos alimentos e das virtudes, no pão nosso de cada dia e na ação da partilha!

 

Mirian Christhiane de Menezes

 

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Site do sítio Sertãozinho, onde vocês encontrarão receita para o ritual do pão :

 

http://www.sitiosertaozinho.com.br/artigos/artigo_5.php

 

Um Ponto é o Começo.

REALIZAR SEUS SONHOS COMEÇA POR UM PONTO (.)

 

 

 

 

 

Libertas Quae Sera Tamem -Liberdade ainda que tardia…

 

Esta semana encontrei a imagem acima, e me dei conta de que estávamos justamente na Semana da Inconfidência Mineira.

 

Tudo de bom este trocadilho bem mineiro na bandeira de Minas, ou melhor, na frase de Tiradentes.

 

Para quem é de Minas esse “BÃO TAMÉM” é mais do que íntimo.

 

 

Na verdade é … É… Ah! Faz parte de nós, assim como os “TRENS E SÔS”!… (-:

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Consagrado Feriado Nacional, dia 21 de abril relembra os ideais de liberdade de Tiradentes, da Inconfidência Mineira. E essa frase: “Libertas Quae Sera Tamem”, que se traduz em “Liberdade ainda que Tardia”, está inserida na Bandeira de Minas em torno do triângulo vermelho, que analisado pela Geometria Sagrada, é também o símbolo da expansão, da geração.

 

“O um gera o dois, o dois gera o três, e o três gera todas as coisas.” – Lao Tsé

 

 

E para gerar é preciso liberdade: de criação e de ação; por isso o ser humano só viverá em plenitude quando tiver liberdade.

 

Liberdade consciente.

 

E com o respeito que não infrinja os direitos do outro, que todo ser humano possa ser realmente quem ele é, que possa viver sua individualidade, expressar seus sentimentos, se realizar e concretizar desejos.

E isso deve simplesmente ser… E se não é, que seja conquistado ainda que tardiamente…

Esta é a máxima para esta data: Liberdade ainda que Tardia!

 

O que é Bão Tamém!(-:(-:

Quanta alegria, tanto prazer… há tanto pra plantar por aqui!

Dia 26 de Março… 4 meses de existência deste blog.

E coincidentemente atinge 5000 visitações nesta data.

Gracias à todos internautas que por aqui passaram,  que passam e que passarão. (uau, que som disfônico! Ou será eufônico?! Ou cacofônico??!  rsrs – estou com bom humor hoje)

Bem… 

O que dizer!…

“Quanta alegria,  tanto prazer!
Tô aqui, vamos chegar…

A casa é sua, pode entrar.

Há tanto pra plantar
Por aqui! …”


Me lembrei dessa música do Almir Sater … E referente ao que eu gostaria de dizer neste momento, ela veio bem a calhar.

E ao me lembrar dessa música, “voltei” no tempo, num show dele lá em Bonito … 

*E como Bonito é bonito de se ver… :

 

Reverência para toda mulher que é… MULHER!


Hoje, recebi de um amigo, um e-mail que tinha como fundo a música Pagu (da Rita Lee), e o tema enfaticamente falava do machismo e da discriminação feminina. Algo do tipo que para homem tudo pode e para mulher é condição para ser mal vista, mal interpretada e mal falada. E isso foi explícito no que chamaram de injustiça da língua coloquial portuguesa, ao se fazer comparativos das interpretações de certos termos como: pistoleiro e pistoleira, touro e vaca , cão e cadela, vagabundo e vagabunda, garoto de rua e garota de rua e por aí vai …

Mas a música “de fundo”, em compensação, enaltecia a mulher… a mulher comum que todas somos.

Me senti também um pouco “Pagu indignada”,  e então resolvi falar sobre isso no meu “palanque” , ou melhor, no meu blog (-:.

Pensei em escrever sobre isso no Dia Internacional da Mulher, e para minha surpresa, vi que dia 08 está próximo. Uma ótima oportunidade para valorizar a mulher brasileira, e mesmo porque, gosto de escrever sobre coisas que contribuem com qualidade de vida e também sobre o Sagrado Feminino.

Isto é para todas as mulheres brasileiras que sofrem injustiças como se ainda estivessem na inquisição; para as mulheres de hoje, que são feiticeiras sem serem corcundas; que são filhas de uma “Maria Alguém”( e não ninguém) e que também são Alguém como Mãe; para as mulheres comuns que vão para o tanque; que não são modelos, dançarinas e nem atrizes e ao mesmo tempo são “pau pra toda obra”; e que são muito mais que bunda e peitos de silicone. Que são guerreiras, são “macho” quando precisam, são fortes sem serem brutas.  Que não são freiras e nem prostitutas, mas que são normais até mesmo em seus instintos. Para todas que são simplesmente: MULHER!

Mirian Menezes

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Ah! E para quem não sabe quem foi Pagu … Ela, Patrícia Galvão, foi musa do Modernismo brasileiro, mulher de comportamento avançado para sua época. E seu anticonvencionalismo demonstrava sua tenacidade em mudança e transformação.

Acima o vídeo com Maria Rita cantando Pagu.

Enjoy! (-:

 

 

 

Desejo-te …

                                                  
QUE VOCÊ VIVENCIE UM GRANDE AMOR QUE LHE COMPLETE EM CORPO E ALMA. 

QUE VOCÊ REALIZE A VIAGEM DE SEUS SONHOS.

QUE VOCÊ SE PROJETE E SE DESTAQUE PROFISSIONALMENTE COMO UM GRANDE LÍDER DE GRANDE MAGNETISMO PESSOAL. 

QUE VOCÊ DUPLIQUE SEU PATRIMÔNIO FINANCEIRO. 

QUE VOCÊ AUMENTE SEU CÍRCULO DE AMIZADES VERDADEIRAS E QUE OS FALSOS SE AFASTEM. 

QUE VOCÊ SE DOE MAIS AOS OUTROS, MAIS AO MUNDO E RECEBA PELA LEI DO RETORNO.   

QUE VOCÊ TENHA UM ENCONTRO COM O SEU EU PESSOAL E SE ILUMINE. 

QUE VOCÊ REALIZE E CONCRETIZE O SEU MAIOR SONHO. 

QUE VOCE RESPLANDEÇA ALEGRIA, SAÚDE, BELEZA, AMOR. 

 QUE VOCÊ AUMENTE SEUS CONHECIMENTOS E SE TORNE CADA VEZ MAIS SÁBIO. 

QUE VOCÊ TENHA QUALIDADE DE VIDA ! QUE FAÇAM PARTE DO SEU COTIDIANO OS HÁBITOS DE ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL E A PRÁTICA DE ATIVIDADES FÍSICAS.  

QUE A ABUNDÂNCIA DE BENS MATERIAIS E ESPIRITUAIS ENVOLVAM VOCÊ E TODOS OS QUE LHE SÃO QUERIDOS.              

                    DESEJO-TE : FELICIDADE, LUZ E PROSPERIDADE 

Mirian Menezes  

A Transitoriedade da Vida

          

   “Quando o sol brilha, desfrute-o; quando a chuva cai, desfrute-a Todas as coisas nesta vida – deixe que venham e deixe que se vão” (Gyomay Kubose). 

      Tudo na vida é impermanente: a começar pelos segundos do tempo. Essa noção de que tudo move e que um novo cenário surge a cada momento, é necessário para que todos aceitem as mudanças na vida. E o desapego amoroso é a melhor forma de lidarmos com novas situações.

     Esse desapego amoroso deve abranger conquistas materiais, convívios afetivos e a própria vida em si. É importante estar ciente da finitude de forma ampla, pois a ação que envolve a vida é dinâmica e transitória. E a consciência da transitoriedade de tudo, é um alerta para saborear com maior prazer o que o caminho lhe propõe. E os caminhos sempre têm uma função de acrescentar algo, e para identificar isso, basta estar atento.

      E em todos os caminhos, é certo a importância do desapego, mesmo porque a função do que parece permanente na matéria é a consolidação de algo  “maior” a nível espiritual: o crescimento interior que todas as experiências e convívios nos fornecem.

      A transitoriedade e a finitude da vida são questões para quais os ser humano é pouco preparado, talvez por uma fuga inconsciente, por medo de mudanças ou por medo de perder aquilo que se considera seu.

    Esse medo inconsciente, ou simplesmente as dores da perda, são intensificadas ou amenizadas pelo apego ou desapego. Apego não é sinônimo de amor e desapego não é sinônimo de falta de amor ou consideração. São palavras mais associadas a sentimentos de posse sobre uma situação, sobre algo, sobre alguém, sobre a vida.  E a transitoriedade implica e ensina que não temos esse controle, a não ser sobre o aprimoramento da nossa própria essência.

    Sobre essa questão, Lao Tsé deixa os ensinamentos :  ” O homem luta, sofre, morre, quebra-se de encontro às muralhas da vida. Quando conquista posições, colhe honrarias e posses materiais. A fama sobe-lhe à cabeça e com ela o desejo de perpetuar uma situação transitória. O grande herói é, entretanto, o que conhece a si mesmo. É invencível. É rei, apesar de mendigo. Ao morrer não deixa de existir, pois alcançou a imortalidade.” (Lao Tsé)

Mirian Christhiane de Menezes  

NINGUÉM É PERFEITO. Ninguém mesmo!… Inclusive você.

        Dizem que “Perfeição não é desse mundo”.  Já ouviu essa frase?! Se é verdadeira, isso eu não sei. O Universo sim, esse foi criado em perfeição, em sincronicidade existencial. E nós?! Ah, nós vamos remoldando o que nós mesmos deformamos, porém, tomando o cuidado de não salientarmos ainda mais os detalhes disformes.

        E é assim… Todos nós temos defeitos, quando eu digo todos nós, não leia de forma generalizada, como se você flutuasse por esse conceito. Não; entenda da seguinte forma: eu tenho defeito. E quando for achar que o outro é errado, pense: será que realmente essa minha opinião, esse meu gesto, essa minha atitude é que é a correta?                   

        Cuidado!! O errado pode ser você. E muitas vezes ao “apontar o dedo para o outro” e levantar a sua voz, você pode estar reforçando sua característica negativa: de se achar sempre o correto. E o interessante é que ao agir assim, a pessoa tenta sempre se convencer de que está certa. Entendeu??? Se convencer. Pois ela mesma não tem essa convicção.  

        Ninguém tem que provar nada para ninguém. Prove primeiro para você mesmo. Se auto-analise. Você é capaz de julgar o outro?! Então julgue-se também. Se você for certo, se o seu caminho é o certo, se a forma que você age é que é a correta, isso será manifestado visivelmente ao outro. Nós somente convencemos e provocamos mudanças no outro com atitudes nossas, exemplos próprios. Se você está agindo certo, então tudo fluirá e você terá convivências harmoniosas.

        Agora, quando se auto-analisar, você perceber que algumas de suas ações não são as melhores, tenha a humildade do reconhecimento e mude-as. Somos seres com inteligência e discernimento, e por esse motivo somos capazes de perceber isso. Se não reconhecemos o que é visível aos outros é por presunção ou falta de humildade. E ao insistir em agir assim, deixamos de ser caridosos conosco mesmo!

        Já disse Guimarães Rosa: “O mais importante e bonito, do mundo, é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas – mas que elas vão sempre mudando…”

        Então, vamos nos esforçar para que as nossas mudanças sejam sempre positivas. Alcançaremos a perfeição?! Quem sabe, um dia… No entanto, uma coisa podemos estar certos: que cada momento é uma oportunidade de ser e viver bem melhor!  

  

Mirian Menezes

   

       

FELIZ 2008!! / A Paz que eu tanto faço está no Princípio do Equilíbrio

     ANO NOVO… EXPECTATIVAS DE VIDA NOVA!…

     Expectativas e só, caso não façamos realmente algo novo acontecer. Pois já disse Carlos Drummond de Andrade, que não precisa “parvamente acreditar que por decreto da esperança, a partir de janeiro as coisas mudem.”

     No entanto, os desejos intensificados nessa época, podem significar um passo para ações que geram mudanças. E entre desejos variados, um deles manifestado até na cor da roupa usada pela maioria das pessoas, é o desejo da Paz. A cor branca vem exprimir a pureza. É a cor que reflete todos os raios luminosos, não absorvendo nenhum e por isso aparecendo com clareza máxima.

    Talvez esteja aí um dos conceitos de Paz: a clareza máxima diante dos fatos da vida. Pois, embora a Paz seja sempre almejada, seu conceito pode ser relativo. Para alguns ela significa tranquilidade, e consequentemente isso pode subentender que é quando as coisas estão meio que inertes, paradas ou pairadas no ar, no tempo, na vida. Mas Paz, ao contrário, não é algo estagnado. A Paz está no movimento, na forma de interagirmos com tudo e com todos, inclusive com a gente mesmo.

     Na realidade, é importante o movimento da vida, que as coisas aconteçam e que até “problemas” surjam, para que haja crescimento. Pois esse é um momento de exercitar a sabedoria, para contornar obstáculos e acertar as escolhas que trazem o equilíbrio e consequentemente a harmonia.

    E a harmonia está justamente em encontrarmos o equilíbrio dos aspéctos opostos de todas as coisas. Segundo Virgílio Vasconcelos Vilela, o Equilíbrio é um Princípio Universal: “é princípio porque é uma lei, uma diretriz que regula e orienta comportamentos e decisões. É universal porque se aplica a tudo”. A tudo mesmo. E para isso é preciso discernimento e principalmente respeito. Respeito por você mesmo, pelo outro e por tudo a sua volta. É preciso sobretudo, com olhar observador, saber o momento de agir ou simplesmente de “agir pelo não agir” (wu-wei, como é chamado no taoísmo). E esse discernimento é uma sabedoria, que posta em prática, respeita o eterno movimento da vida, do mundo e de nós mesmos.

    E nesse eterno movimento da vida, talvez você queira fazer um novo ciclo acontecer. E se achar importante fazer rituais na passagem do ano, então faça! Pois os rituais ajudam a intensificar os desejos, sentimentos e pensamentos, uma vez que, de forma simbólica, os expressamos na matéria.

   Coma lentilhas fazendo pedidos a cada colherada, ah… e de preferência com os pés no ar! Guarde enroladinho em papel vermelho, sementes de uvas ou romãs, e que cada uma delas represente seus desejos. Use dourado ou amarelo para manifestar o  desejo de prosperidade material. Se quiser aquecer o amor, o vermelho é bom. Caso seja possível, lance flores e pedidos por escrito nas águas, para que as mesmas, juntamente com a presença divina que tudo permeia, possam conduzir suas intenções pra o fluxo da vida, no caminho das realizações. Agora, se quer mesmo um ano cheio de Paz, exercite o princípio do equilíbrio e você terá Paz interior e fará a mesma ser presente por onde passar.

     Afinal, são muitos os nossos desejos para com a vida!…

    Através de “versos de proteção”, de Olavo Romano, manifesto um pouco dos meus desejos para 2008, e que essas palavras em oração, também possam expressar um pouco dos seus:

   ” Que o Sol seja propício e a Lua Benfazeja. Com dias de muita luz e noites que a paz enseja. Reine sempre harmonia entre todas as criaturas. E em cada instante do ano, com as intenções mais puras, se teça dourado pano, manto de amor que nos cubra. Ao chegar ou partir, protegendo nossos passos no caminho do porvir.”

Mirian Menezes      

  O meu desejo especial para 2008 está no vídeo acima!

     

FELIZ NATAL !! / Egrégora do Natal

 

   Você é importante. Neste Natal e sempre, traga a Luz, o Sol Central pra todos!      

       Já observou como você se sente ao chegar ou freqüentar determinados lugares?! É comum em alguns ambientes você ter sensações de enorme bem-estar, já em outros um desconforto indecifrável. Saiba que tudo isso pode estar relacionado à sua afinidade com a egrégora do local.

      Muitas pessoas não compreendem bem o que é uma egrégora, uma vez que se refere a algo sutil (sentido, mas não visto), além dessa palavra não ser facilmente encontrada nos dicionários. Quanto à sua origem, algumas referências dizem ser do latim, outras do grego. No entanto, as palavras gregas “egregoren” ou “egrêgorein”, que significam “velar, vigiar”, talvez sejam as melhores sínteses desse termo.

      Para compreender melhor, é importante saber que os nossos pensamentos e sentimentos, quando associados aos nossos desejos, criam a forma-pensamento ou a idéia-força. Somos envolvidos então por um padrão vibratório que é inerente às qualidades desses nossos pensamentos e sentimentos, caracterizando o que eu chamaria de nossa “egrégora pessoal”, que vai sintonizando e unindo-se à egrégoras similares. Formam-se os grupos com intenções comuns e cria-se no astral a forma-grupo. E isso é uma egrégora. Segundo a física Edith Vasconcellos de Andrade Marinho: ” é como uma mente superior que nasce da fusão de duas ou mais mentes afinadas que trabalham e cooperam em harmonia procurando atingir um objetivo único.  

      Uma egrégora se forma em torno de locais/grupos religiosos, de amigos, de trabalho, família, eventos, etc. e até mesmo cidades. A sua qualidade e manutenção são determinadas pelo padrão e a constância dos sentimentos e pensamentos daqueles que compõe e freqüentam o local/grupo. É importante entender que a egrégora vela pelo grupo, assim como se “nutre” dele. É comum também, que ela tenha fortes características do líder do grupo, assemelhando-se em qualidade.

      Como tudo na vida nós temos escolhas… e nesse caso, temos opções de quais egrégoras pertencer. Mas para estarmos mais seguros nas buscas por egrégoras positivas, devemos primeiramente fortalecer a nossa “egrégora pessoal”. Uma vez feito isso, além de nos sintonizar em uma “boa freqüência”, podemos melhorar todo um padrão a nossa volta, desde a nossa casa, expandindo para a vizinhança, abrangendo não só os grupos que pertencemos, mas até mesmo toda a nossa cidade.

      O terapeuta Joacir José dos Santos (www.joacir.jor.br) propõe o seguinte exercício para ser feito diariamente: mentalmente visualize uma luz dourada, brilhante e radiante, “traga a luz do Sol central para você, para a sua cama, seu quarto, expanda pela casa inteira, pelo arredor, pela vizinhança e assim sucessivamente. Faça todo dia. Vai chegar um momento que você verá, de olhos fechados, o Sol Central sobre a cidade”.  

    Já pensou várias pessoas fazendo isso?!  O resultado será luz, muita luz… principalmente  nessa época do ano, quando não só nas cidades, mas em quase todo canto do mundo, uma egrégora muito especial é formada e facilmente percebida por todos nós. É a Egrégora do Natal.

     Na realidade, duas egrégoras paralelas são potencializadas. Uma é a do consumismo. As pessoas “se atropelam” em compras, excessos de gastos, comidas e bebidas, embora o intuito possa até ser a confraternização.

      A outra egrégora, que emana o “verdadeiro sentimento” do Natal, torna essa época completamente diferente de outras. É uma egrégora especial, que nos envolve e nos contagia pelo amor, doação, união. É a egrégora formada pela força Viva do Amor do Divino Menino Jesus, entidade mantenedora que nos traz Luz e que Vela sempre por todos nós!!

       Quer egrégora mais maravilhosa?!

      Aproveito para desejar Feliz Natal a todos, especialmente aos amigos que por aqui passarem;  desejo uma perfeita sintonia com essa egrégora, para que sejamos todos um pontinho dessa luz, hoje e sempre!!

Mirian Menezes

Vencer os Preconceitos – Aceitar a própria individualidade

       Preconceito é um juízo formado antecipadamente sobre algo ou alguém, manifestando uma atitude discriminatória baseada em opiniões sem fundamento razoável.

       Quando falamos em preconceitos imaginamos logo o racial, seguido pelo sexual e outros mais comumente debatidos, como o social. Os preconceitos estão ligado a esteriótipos padrões, sejam de comportamento ou não. Mas esquecemos que talvez o maior preconceito esteja relacionado à aceitação da própria individualidade.

       Carl Jung caracterizou e denominou de Individuação o processo em que o indivíduo indentifica-se menos com as condutas e valores encorajados pelo meio no qual se encontra, e passa a se identificar mais com as orientações emanadas de si mesmo, de sua totalidade (persona, sombra, self, etc). É um processo alquímico em que o ser resolve assumir sua individualidade, passando a se aceitar como é, retirando suas máscaras, sem se preocupar com aquilo que a sociedade muitas vezes impõe e espera dele.

        Assumir a individualidade não quer dizer se rebelar contra sistemas, mas simplesmente assumir quem você realmente é. E para isso é preciso conhecer-ser; o que muitas vezes não é fácil, já que requer uma busca interior. E a atitude de assumir-se, ou simplesmente aceitar-se, também pode não ser fácil, já que criamos padrões ditos corretos em nossas mentes e com eles criamos também os nossos preconceitos.

       Porém, a verdade é que: “Se queremos ver Deus nos outros é melhor deixar que eles se apresentem como são”(José Ricardo Silva). E “Deus é muito mais sábio do que a gente imagina. Ele se coloca à disposição no lugar em que ele sabe que você cultiva o seu maior preconceito… E quando você consegue vencer (e você vai vencer de qualquer jeito, mais cedo ou mais tarde), o mundo se abre para você …” (Cristiano Dalvi).

       Sendo assim, se queremos vencer os preconceitos, o primeiro passo é identificá-los. Depois é buscá-los, ou seja, trazer para perto o que poderíamos chamar de sombra, para que ela se una à luz, que é simplesmente o amor. E essa união acontece em nosso interior, no nosso coração e nos dá novas concepções. E por mais que rejeitemos o que consideramos ” mal”, só haverá equilíbrio e pelintude no encontro dos opostos.

Mirian Menezes 

Encontro de Almas …

       Encontro de Almas é o que acontece em todo  e qualquer relacionamento que temos. Na relação a dois esse encontro de alma e corpo é literalmente mais íntimo, e pode ocorrer entre Almas Cármicas, Almas Companheiras e Almas Gêmeas.

       De impacto, para alguns, isso pode parecer meio banal, mas na verdade é cheio de sentidos já que envolve sentimentos, crescimento e vivências.

      E estar bem, inteiro consigo mesmo, lhe coloca na receptividade de encontro ideal, mesmo porque conviver é tão bom!! Isso é, quando é benéfico e promove “crescimento” em ambos.  E é justamente relacionado ao crescimento e benefícios promovidos que podemos distinguir os encontros de almas.

      As Almas Cármicas, são aquelas cujos relacionamentos são mais conflitantes, com muitas cobranças e desajustes. Porém, é o encontro que promove maior crescimento pessoal, já que é necessário o aperfeiçoamento da própria conduta nas relações. As soluções de situações mais difícieis tornam-se um ótimo aprendizado e permite uma vida melhor posteriormente. E esse processo cármico não significa que tem que durar toda a vida conjugal. Tudo depende do despertar da consciência, das escolhas dos relacionamentos desejados e mudanças.

      Já as  Almas Companheiras podem estar relacionadas ao amor “irmão”. Elas sentem-se ligadas por uma camaradagem, como se estivessem juntas, num mesmo caminho, para cumprir um missão. São relacionamentos sincrônicos em pensamentos e desejos, buscam se  ajudar de forma conjunta, para atingir um objetivo. É uma relação que tem a ver com amizade, embora possam existir ótimas uniões e casamentos entre elas. As almas companheiras sentem-se como se algo precisasse ser feito, e de forma muita especial, às vezes à causas humanitárias.

      E por fim, a de maior ensejo, mas como observamos, por algum prisma não a mais importante, são as Almas Gêmeas.  São os encontros mais raros, embora acredita-se que estamos entrando numa fase de muitos encontros de Almas Gêmeas. Geralmente elas se encontram no olhar e existe uma forte atração física. São despidas de possessibilidade, deixam o outro livre, pois o amor e a confiança entre ambos são grandes. Não mantêm registros de erros que acontecem, e sempre que é preciso, o passo dado para a reconciliação é rápido. São almas generosas, dão muito amor, amam o outro exatamente como é, e não exigem mudanças. São de uma mesma sintonia, de mesmos gostos. É uma relação baseada no amor espiritual, carinho, saudade, compreensão, vontade de ajudar, de estar junto, cultivando o respeito e a fidelidade.

      Mas em qualquer relação, seja de encontro de Almas Gêmeas, Companheiras ou Cármicas, é preciso trabalhar a convivência. Mesmo porque, segundo Eliane Gouveia, a fórmula de um bom convívio está na “possibilidade de se relacionar com as diferenças”, e ainda, segundo o filósofo francês Jacques Rancière; “Viver junto requer uma partilha do sensível”!

Mirian Menezes

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*** sobre o vídeo:  Essa música, o Nando Reis fez pra sua filha ruivinha: a Zoé. Dái o nome da música ser “Espatódea”, pela cor da flor. É uma letra linda em que ele expõe o amor paternal/filial. Esse encontro de almas realmente é muito especial ! …

 Como alguns outros também são, pois deixam o nosso mundo melhor !!