Crianças Índigo e Crianças Cristais

                                               

     Já há alguns anos ouvi falar das Crianças Índigo, e depois das Crianças Cristais. Na época, eu  pensei que tratavam-se das mesmas referências, só mudando os termos. Depois, pesquisando, compreendi a diferença. É algo interessante, e que para acreditarmos ou não, vai da observação dos fatos e da concepção individual de cada um sobre a atualidade e as novas gerações.

   Com certeza você já ouviu alguém dizer ou até mesmo você já disse algo assim: “Essas crianças de hoje já nascem sabendo!”. As mudanças são tão óbvias, que até mesmo o sistema de ensino tentou se adequar. Hoje crianças ingressam bem cedo nas escolas e rapidamente aprendem e dominam o mundo das letras. Quanto ao mundo da informática, crianças usam computadores com muito mais habilidade que a maioria dos adultos. Será que já nasceram com um “chip”?! (-:

     As Crianças Índigo e Cristais são especiais e importantes não somente por contribuírem com o avanço tecnológico e das ciências, mas também pelo amor, e cura geral do mundo. Vieram para “quebrar os velhos sistemas”.

   Na década de 70 muitas crianças índigo nasceram. Vimos mudanças em padrões comportamentais, uma liberdade latente rompendo sistemas já existentes.   As ciências e o mundo tecnológico desenvolveram-se rapidamente. Surgiram muitos líderes e facilitadores de mudanças de consciência. Um nível de consciência coletivo passou a ser elevado. A sociedade sentiu os efeitos da presença dessas pessoas tão especiais, com certos traços e características específicas.  As crianças Índigo são globalmente honestas e abertas de espírito. Extremamente artísticas, intuitivas, criativas e espirituais por natureza. E geralmente tendem a se agrupar.

    “Quebrar padrões e sistemas que já não mais contribuem para o crescimento”: essa é a principal mensagem passada pelas Crianças Índigo. De imediato modificaram o sistema a nível familiar, e depois a nível comunitário. Rejeitaram domínio, mostrando a igualdade independente de idade e hierarquia. Famílias tiveram que se reestruturar, aprendendo que, a forma de lidar com a energia índigo seria através do coração. Essas crianças ensinaram que cada membro da família é companheiro, e que a mesma é uma associação onde todos devem crescer. Paternidade deixou de ser poder e controle, para ser amor.

   O sistema de ensino também sentiu os efeitos quando grande massa de Crianças Índigo entrou para as escolas. Elas têm o funcionamento cerebral direito mais aguçado, aprendem muito depressa.  Altamente intuitivas, inteligentes, com grande facilidade e rapidez de aprendizado, e ainda não aceitando serem controladas, as crianças índigo fizeram com que o sistema de ensino passasse a ser caracterizado como lento, aborrecido e enfraquecido,  inadequado às necessidades da nova geração.

    Os médicos também começaram a diagnosticar Crianças Índigo como tendo Transtorno de Déficit de Atenção (TDA) ou/e Hiperatividade (TDAH). Muitas delas sujeitas a medicamentos que não as controlavam. Surgiram então as “crianças problemas”. Crianças que não direcionadas de forma correta, com ensinos poucos práticos na vida diária, buscaram e buscam caminhos errados.  

     Esse é um grande problema vivido pelas escolas e pela sociedade atual, que ainda não se adequaram às necessidades dos Índigos, que continuaram a nascer cada vez mais nas décadas de 80 e 90. Porém, já começa a surgir livros destinados a pais, educadores e psicólogos, orientando-os na forma de lidar essas crianças tão especiais. Um desses livros é “Crianças Índigo” dos autores Lee Carrol e Jan Tober, da editora Butterfly.

    Todas essas mudanças de sistemas que os índigos provocaram, vieram “preparar campo” para as crianças cristais, que começaram a surgir no final da década de 90 (mais precisamente 1998). Elas geralmente nascem em lares em que os Indigos já são presentes (irmãos e/ou pais índigo). Algumas de suas características é que normalmente elas têm a cabeça maior que o proporcional para o corpo, e principalmente têm olhos grandes e transparentes, que parecem olhar dentro da alma da gente (e olham mesmo, fazendo uma leitura da pessoa). Às vezes demoram a falar, pois não têm necessidade. São normalmente calmas e centradas, mas podem tornar-se hiperativas quando a sua energia está desalinhada. São poderosas e raramente temem qualquer coisa que seja. Podem ser sensíveis à alimentos.  São extremamente sensíveis ao ambiente, às relações das pessoas que as circundam. Possuem dons especiais, espiritualmente falando. Os cristais vieram nos ensinar a aceitar os nossos dons espirituais como direito de nascença e a olhar para esta criação de milagres como algo absolutamente normal, saber que somos co-criadores de uma nova vida a emergir. Com eles estamos aprendendo o valor das famílias ou dos clãs de alma, que existirão cada vez mais.

     Essa concepção de Crianças Índigo e Crianças Cristais é maravilhosa. E acreditando ou não, circunstâncias óbvias nos mostram uma evolução. Evolução essa, com toda certeza, direcionada para o bem da humanidade.      

 

Mirian Christhiane de Menezes

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(Referências extraídas de palestra proferida por Célia Feen – escritora e editora da website.

 http://www.starchildascension.org/portuguesa/hungarypor.html#one )

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