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Curso Sagrado Feminino – Um Círculo de Mulheres em Patrocínio , com Mirian Menezes em janeiro de 2009

 

 

“O SAGRADO FEMININO ESTÁ RELACIONADO À FORÇA GERADORA DE VIDA QUE ESTÁ NO UNIVERSO E DENTRO DE CADA UM DE NÓS.”

 

“O TRABALHO EM UM CÍRCULO DE MULHERES REAFIRMA QUALIDADES ESPECIAIS QUE AFLORAM A FEMINILIDADE, SENSUALIDADE, AUTO-ESTIMA E A ESPIRITUALIDADE.

 

NESSE EFEITO, NÓS MULHERES VAMOS TRANSFORMANDO NOSSAS VIDAS, RELAÇÕES E MUNDO…”

 

DESPERTE AS DEUSAS EXISTENTES EM VOCÊ!

 

ENTRE NESSE CÍRCULO E SINTA A FORÇA DA SUA ALMA FEMININA!

 

DATA DO PRIMEIRO ENCONTRO: 10 de janeiro de 2009

 

LOCAL – (será passado aos inscritos posteriormente) 

 

HORÁRIO DE INÍCIO DO PRIMEIRO ENCONTRO– 15:00 HORAS

 

PALESTRA ABERTA AO PÚBLICO – dia 06 de Janeiro às 19:00 horas no espaço terapêutico Viver Bem (av. Faria Pereira, 2236 sala 2)

 

ATIVIDADES – Arte-terapias, Danças, Meditações, Culinária, leituras, estudos.

 

CONTEÚDOS - O retorno do Sagrado Feminino/ O Deus e a Deusa: Masculino e Feminino/ Os Arquétipos das Deusas Interiores/ Ciclos da vida: A Mulher como Donzela, Mãe e Anciã/ Relacionamentos: Amor por si mesma e pelo outro/ Poder das Ervas, Pedras, Flores, Cores/ Chacras/ Elementais / Mestres Ascensos/ A Lua e sua influência/ A Culinária como Magia Transformadora/ O poder do pensamento: a intenção promovedora de realizações/ Massagem : O toque devocional de amor/ Altar: Nosso contato com o Divino/ Aromas e Florais/ Orações, mantras, sons /  A Dança em nossa vida.

 

FOCALIZADORA – Mirian Menezes – terapeuta ambiental e pessoal com formações em Feng Shui, Geobiologia, Geometria Sagrada, Reiki, Magnified Healing, Light Healing, All Love, Dança Circular, Florais Saint Germain.

 

 

VALORR$ 480,00 (em 6 parcelas de R$ 80,00 com entrada + 5 cheques pré-datados para: Março, Maio, Julho, Setembro, Novembro  – repassados no ato da inscrição)

 

INSCRIÇÃO – até 06 de janeiro com Mariângela Ramos

 

 

MAIORES INFORMAÇÕES - Ana Valéria (9109 – 7021) ) ou Mirian Menezes ( 3831-9745 / 8861-6164)

e-mail – mirianchma@gmail.com

 

 

 

 

Voar Bem Alto

Me lembrei de um conto de Rubem Alves que eu li numa edição da Bons Fluidos de alguns anos atrás e resolvi procurá-lo na minha pilha de revistas. Um conto muito legal, como todos que ele escreve e que poderia, ou melhor, poderá ser utilizado no trabalho do Sagrado Feminino que eu vou desenvolver a partir de janeiro.

 

Olhei a pilha de revistas numa gamela que tenho no canto da sala e pensei: “paciência, vamos procurar”, se bem que folhear essas revistas pra mim é na verdade um prazer, sempre acho algo que me interessa e que ainda não li. E foi logo na primeira revista, na segunda dedada solta nas páginas que vi uma foto pequena de uma mulher. Continuei folheando e resolvi voltar naquela página porque a foto da mulher me chamou a atenção e eu pensei já tê-la visto em algum filme antigo.

 

Fiquei boba quando vi que era Clarissa Pinkola Estés em uma entrevista sobre o livro Mulheres Que Correm com Lobos, e sobre o universo feminino. Livro que tenho dedicado leitura. Eram umas 4 páginas só falando do trabalho com grupo de mulheres. Em uma parte, quem escreveu o artigo comenta de sua experiência em um grupo e menciona um exemplo um tanto quanto curioso. Ela relata que uma empresária de 30 anos, muito bonita, inteligente e bem sucedida, expôs ao grupo a sua dificuldade em ter uma relação amorosa, isso porque, ela sentia que os homens têm medo de mulheres assim, que não precisam deles.

 

Putz!! Que mundo é esse!! E o pior é que é assim mesmo, uma amiga e eu já tínhamos comentado sobre isso. Mas onde está o novo mundo, com novas relações, onde pessoas inteiras que não dependem uma da outra, ficam juntas porque é ótimo estar perto e não porque tem simbiose de dependência? Nossa, tomara que antes da inversão de eixo planetário isso também se inverta !! rsrs

 

Bem, continuando minhas buscas, já na segunda revista encontro um conto que logo achei que fosse o que eu estava procurando. Porém, descobri que era continuação do outro. Daí, por sorte, logo lá pela sexta revista eu encontrei o que procurava. 

 

Resumirei bem resumido os contos e sem tanta beleza na narração; e que me perdoe Rubem Alves pois escrevo com o que tenho na memória. Mas quem quiser, encontrará seus contos na Bons Fluidos ou em seus livros. Os contos são mais ou menos assim:

 

 

Uma menina tinha um lindo pássaro que ela mantinha solto. Ele saía para longas viagens e quando retornava trazia a beleza e as cores dos lugares visitados em suas penas: o branco da neve, o verde das florestas, o vermelho de lugares ensolarados… E voltava com muitas histórias para contar para a menina. Isso a enchia de alegria, pois ela ficava eufórica e cheia de saudades aguardando seu retorno. No entanto, um dia antes dele partir novamente, ela resolveu prendê-lo, para nunca mais sentir sua falta, pois ela amava-o demais e sua ausência era dolorida. Enquanto ele dormia, ela o colocou numa linda e cara gaiola de prata, digna de um pássaro encantado que se ama. Quando ele despertou, disse: “ô menina, porque você fez isso? Nosso amor perderá a beleza, minhas penas deixarão de ser belas, eu não terei mais histórias pra te contar, você não mais sentirá saudades minhas, perderá também a alegria e não mais se enfeitará toda noite na espera de que eu volte a qualquer momento”. A menina não acreditou que seria assim e manteve o pássaro preso. Até que com o passar do tempo tudo sucedeu como o pássaro havia dito. Então, mesmo triste, ela soltou o pássaro, que voou alegre para outras terras; e ela voltou a se enfeitar todas as noites, o coração voltou a sentir saudades e ela aguardava o retorno do pássaro a qualquer momento, com encantos para compartilharem.

 

No outro conto, um dia o pássaro percebe que há algo debaixo da blusa da menina e pergunta o que era aquilo. Ela levanta a blusa e mostra para ele dizendo: “São asas, estão nascendo asas em mim”. Então o pássaro viu que estavam nascendo asas de borboleta na menina. Passou um tempo, as asas da menina já estavam formadas e ela se transformou numa borboleta e quis voar. O pássaro ficou triste por deixar a menina voar para lugares desconhecidos. Ele queria estar por perto para protegê-la, ainda mais que asa de borboleta é muito frágil. No entanto, ele se lembrou de quando mesmo sofrendo, ela permitiu que ele voasse. Assim o pássaro, mesmo querendo beijá-la não beijou, apenas soprou suavemente suas asas e disse: “Voa minha linda borboleta, voa!” Foi aí que ele percebeu que também se modificara e já não era mais um pássaro encantado de penas coloridas e sim um menino que agora esperava a volta de sua borboleta encantada.

 

São lindos esses dois contos e me faz lembrar de algo que li a primeira vez numa pichação no muro do colégio onde eu estudava . Era assim: “Amo a liberdade, por isso deixo livre as coisas que amo. Se voltarem foi porque as conquistei. Se não voltarem, foi porque nunca as tive.”  

 

Então… devo dizer: vamos voar e permitamos que o outro voe. Mesmo porque, já é velho o dito que liberdade não significa libertinagem. E a liberdade permitida está diretamente ligada à confiança conquistada.

 

Abaixo está o vídeo com a música Wichichayo do grupo peruano Amaru Pumac Cuntur (que tivemos a alegria de assistir a um show animadééérrimo em Cuzco). E aí a música diz: “ VOLAMOS COMO EL ÁGUILA, VOLAMOS COMO EL CÓNDOR, VOLAMOS MUY ALTO”…

 

Uuuiuui!! Pssssssiiiuuu!! rsrs 

 

Guerreira Ferida x A Mulher Selvagem – Curso Sagrado Feminino -Um Círculo de Mulheres

 

                                   

                      

    

 A Guerreira Ferida e a Mulher Selvagem são dois termos muito usados para designar os aspectos interiorizados e exteriorizados das mulheres atuais. E embora esses arquétipos pareçam um tanto quanto antagônicos; ao sobressair a Mulher Selvagem, pode-se curar a Guerreira Ferida.

  As consequências de relacionamentos desestruturados, o aceleramento de um mundo globalizado, a necessidade de se manter perante paradigmas que a sociedade atual exige, e com isso, desempenhar tarefas por “mil”, e às vezes até tipicamente masculinas, tornam muitas mulheres Grandes Guerreiras. Mas na maioria das vezes, uma Guerreira Ferida, que esquece de si mesma em função do que está a volta, e com isso, deixa de se amar, e consequentemente, por feridas abertas, deixa de amar o outro em intensidade também.

   Já a Mulher Selvagem, é o instinto natural presente em todas nós. Segundo Clarissa Pinkola Estes, em seu livro Mulheres que Correm com os Lobos: “A Mulher Selvagem é a cura para todas as mulheres”.

   Mas então, quem é essa Mulher Selvagem?   Segundo a autora, do ponto de vista da psicologia arquetípica e das contadoras de histórias, ela é a alma feminina. Ela é tudo o que for instintivo, tanto do mundo visível quanto do oculto – ela é a base. Ela é a força da vida-morte-vida; é  a incubadora. É a intuição, a vidência. Ela estimula os humanos a continuarem a ser fluentes no linguajar dos sonhos, da paixão, da poesia. Esses sinais enchem as mulheres de vontade de encontrá-la, de libertá-la e amá-la. Ela é quem se enfurece diante da injustiça. È a criadora de ciclos. Ela é tudo que nos mantém vivas quando achamos que chegamos ao fim. Ela é La Loba: robusta, plena, com grande força vital, que dá a vida, que tem consciência de seu território, engenhosa, leal, gosta de perambular. Ela é La Que Sabé e carrega consigo os elementos para a cura, traz tudo o que a mulher precisa ser e saber .

   E saiba: se você é uma mulher introvertida ou extrovertida, uma mulher que ama mulheres, uma mulher que ama homens, uma mulher que ama Deus ou todas as opções anteriores; se você possui um coração singelo ou as ambições de uma amazona; se você está querendo chegar ao topo, ou apenas levar a vida um dia após o outro; se você é animada ou triste, majestosa ou vulgar – a mulher Selvagem lhe pertence. Ela pertence a todas as mulheres.

   Mas como se pode sentí-la? Onde se pode encontrá-la? Para encontrar a Mulher Selvagem, é necessário que as mulheres se voltem para suas vidas instintivas, sua sabedoria mais profunda. Cada mulher tem acesso potencial ao Río Abajo Río, esse “rio abaixo do rio”. Chega-se a Ele através da meditação profunda, da dança, da arte de escrever, de pintar, de rezar, de cantar, de tamborilar…

 

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 Referências: Mulheres que Correm com os Lobos – Clarissa Pinkola Estès

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  Quer encontrar a Mulher Selvagem, libertá-la e amá-la? Venha fazer parte de Nosso Círculo de Mulheres, onde ao longo de 1 ano, estaremos juntas resgatando e valorizando nosso Sagrado Feminino. 

 

 

Curso Sagrado Feminino – Um Círculo de Mulheres

Início : 10-01-2009 em Patrocínio-MG

Focalizadora – Mirian Menezes

Maiores Informações _ mirianchma@gmail.com

 

 

 

 

 

Tempo acelerado … Florais … 20.000 visitações no blog

Ando meio sumida do meu blog, mas o tempo anda acelerado, muitas coisas acontecendo; e que bom!

Quando nada acontece significa que está estagnado. Mesmo que de primeiro impacto os movimentos pareçam ruins para alguns, na verdade não são, só significam mudanças. Sempre agradeço meus movimentos de vida, mesmo porque dizem que a paz está no movimento e não no que está parado, subentendido por alguns como calma e tranquilidade. Acho que já até escrevi sobre isso. Me lembro também que certa vez, conversando com o jornalista e terapeuta Joacir dos Santos, ele me disse que quando tudo estava parado na família,ele comia pequi, de preferência a poupa do pequi com a flor do mesmo. Fiquei meio intrigada e questionei sobre isso. Daí entendi que esse alimento tem capacidade de promover mudanças nos planos sutis e consequentemente na vida das pessoas; e como ele mesmo disse, quando a família está muito tranquila e muito quieta isso não é bom, porque nada está acontecendo, e com isso não há evolução.  Entendi então que a flor do pequi nesse caso tem a função do floral. E aí eu pergunto: existe o floral do pequi? Se alguém souber, me envie e-mail por favor.

 Estive recentemente em Brasília fazendo um curso de Florais Saint Germain pela Asteflor e sei que nessa linha não há. E já que, sem querer acabei falando de florais,devo dizer que os de Saint Germain agem nos planos sutis e rapidamente. Falo primeiramente como usuária de vários e afirmo isso por experiência. Muito perceptíveis promovem mudanças rápidas nos padrões vibratórios de nossas vidas e do ambiente (agora há também os florais específicos para harmonização ambiental). Eles alteram e equilibram mesmo. E neste tempo de aceleração de acontecimentos a nível global e de aceleração de resgates pessoais de compromissos de vida, um suporte energético a nível sutil se faz necessário. Falarei mais sobre os florais posteriormente. Mas já re-indico aqui um floral Saint Germain para que as pessoas se alinhem com as novas vibrações do planeta sem sentir tanto os impactos: o Poia Rosa vem auxiliar nesse sentido. Sobre esse aceleramento, já ouvimos falar da Ressonância Schumann que parte do princípio de que a Terra não gira mais em 24 horas, mas 16 horas. É por isso que visivelmente percebemos que rapidamente se passa o dia, o mês, o ano. E com base nisso, outro dia ouvi algo de uma terapeuta de Balanceamento em Brasília, e que se formos pensar bem, faz sim sentido. Segundo ela, mestres superiores tem dito que na verdade nosso tempo não é mais 2008 e sim já vivenciamos o tempo de 2009, e com isso o 2012 poderá chegar antes. Para quem entende um pouco do assunto compreenderá o que estou dizendo. Para aqueles que desconhecem se interessarão. Não entrarei em detalhes, porque não é a função no momento. 

Uau!! Fiz um “salada” de assuntos nesse artigo, mas só pra finalizar, enquanto estive ausente do blog, o mesmo já ultrapassou as 20.000 visitações. Caminhando para niver de 1 ano de existência, sopro velinhas antecipadas, feliz pelo caminhar junto com todos os navegantes que por aqui passam.

Aur Revoir! Mirian