Mandalas / Geometria Sagrada / Poder das Cores

                                   

                                                                                                  

                                                

                                   

     MANDALA é uma palavra sânscrita que significa “círculo de cura ou mundo inteiro”. Ela está presente na história, na cultura de povos do mundo inteiro.

    A mandala tem capacidade de harmonizar internamente quem a cria, isso foi descoberto por Jung, que percebeu que essas imagens circulares, são movimentos que levam a um crescimento psicológico, e expressam reconciliação interna. E a mandala também tem capacidade de influenciar o meio onde ela é inserida, seja um ambiente, seja como adorno no corpo, como logomarca de empresas.

    A função de uma mandala é definida principalmente pela aplicação da GEOMETRIA SAGRADA, que é o estudo das ligações entre as proporções e formas no microcosmo e no macrocosmo com a finalidade de compreender a Unidade que permeia toda a Vida. O conhecimento e a aplicação da Geometria Sagrada estão presentes na história do mundo: nas artes, na música, na arquitetura. Famosos de todos esses seguimentos, como Leonardo da Vinci na arte, reconheciam na natureza, formas e proporções especiais, que traduziam uma harmonia e unidade em si.

   Quando criamos mandalas, conscientes de que a forma define a função e de que a função pede a forma, podemos desenvolver objetos que auxiliarão na obtenção de objetivos, sejam correlacionados à saúde, expansão, prosperidade, organização.

   Potencializamos essa criação ao usarmos AS CORES propícias, uma vez que as cores agem sobre a nossa biosfera, definem para nós o existente e o inexistente, revelam nosso estado de saúde e nosso nível de prosperidade. Inspiram emoções e moldam nossa conduta.

   Com essas considerações, ao criar uma mandala, nós promovemos um exercício de harmonização pessoal e ambiental.

 

      

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